Hillary Clinton é a atual Secretária de Estado dos Estados Unidos e esposa do ex-presidente americano, Bill Clinton. Ela é do Partido Democrata e foi duas vezes listada como uma das cem mais influentes advogadas da América
domingo, 26 de junho de 2011
Kate Middleton se casou com o princípe William, da Inglaterra, e tornou-se a Duquesa de Cambridge
Kate Middleton se casou com o princípe William, da Inglaterra, e tornou-se a Duquesa de Cambridge
Jóhanna Sigurðardóttir é a atual primeira-ministra da Islândia e também a primeira mulher assumidamente lésbica a ser chefe de governo no mundo
Ellen Johnson-Sirleaf é a atual presidente da Libéria e também a primeira mulher a se tornar chefe de Estado na África
Michelle Obama é a primeira mulher negra a se tornar primeira-dama dos EUA
Michelle Obama é a primeira mulher negra a se tornar primeira-dama dos EUA. Ela foi considerada em 2007 uma das "Dez pessoas mais bem-vestidas do mundo" pela revista Vanity Fair
Michelle Bachelet
Michelle Bachelet é médica e foi a única presidente do Chile. Atualmente é a responsável pelo programa de mulheresda ONU
Cristina Kirchner sucedeu o marido na Presidência da Argentina
Cristina Kirchner sucedeu o marido na Presidência da Argentina e se tornou a segunda mulher a assumir o poder no país
Rainha Rania é palestina, foi refugiada no Kuait
Rainha Rania é palestina, foi refugiada no Kuait e, após a invasão do país pelo Iraque, em 1990, mudou-se para a Jordânia. Lá ela conheceu e se casou com o então príncipe Abdullah, que virou rei em 1999
Angela Merkel é a primeira mulher a chefiar o governo da Alemanha
Angela Merkel é a primeira mulher a chefiar o governo da Alemanha. Ela foi considerada a mulher mais poderosa do mundo em 2009 pela revista americana Forbes
Carla Bruni
Meia-Noite em Paris cura quem sofre de amor
Novo longa de Woody Allen, que estreia nesta sexta, celebra a magia da paixão
Todos os passarinhos. As abelhas, até as pulgas. Na Espanha, na Argentina, e, imagine você, mesmo na Lituânia. As ostras, as girafas, as águias lá no alto. Dizem que Maria Antonieta, com ou sem Luís 16, também.
O que todos eles têm em comum? Eles se apaixonam, segundo a tradicional canção de Cole Porter, tema de Meia-Noite em Paris, novo filme de Woody Allen, que estreia nesta sexta-feira (17). E o diretor nova-iorquino não poderia escolher melhor canção para retratar uma história de amor cheia de sonhos e verdadeiros feitiços na Cidade Luz.
Desta vez quem interpreta o eterno papel de sujeito deslocado do mundo em que vive, personagem típico de toda a obra de Woody desde que começou a escrever e dirigir filmes na segunda metade da década de 60, é o bonachão Owen Wilson.
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O ator que ficou marcado em produções do diretor Wes Anderson, como Os Excêntricos Tenenbaums, ganhou a confiança do diretor e é preciso dizer que não desapontou. Se o resultado não foi exatamente o esperado com Larry David emTudo Pode Dar Certo, de 2009, em que o ator ficou muito preso aos pequenos trejeitos de Woody e teve uma atuação visivelmente forçada, ou com Will Ferrell em Melinda e Melinda, de 2004, que ficou até envergonhado com o peso das críticas, aqui é fácil simpatizar com o Woody loiro logo nos primeiros momentos.
Ele interpreta Gil, um roteirista até que bem-sucedido em Hollywood que, em uma viagem a passeio com a mulher (Inez) e os sogros a Paris, percebe que pode mudar a sua vida. Dedicar-se à literatura, a um livro. Mudar tudo. Mudar-se, inclusive, para a capital francesa. Ficar lá para sempre, indefinidamente, faça chuva ou faça sol. Aliás, que faça chuva: ele adora quando chove em Paris.
Fácil identificá-lo a inúmeros personagens anteriores de Woody. Pode ser Harry Block, de Desconstruindo Harry, que quer um rumo novo para sua vida após um bloqueio criativo. Ou o professor Gabe Roth, de Maridos e Esposas, que busca em sua jovem aluna um alívio para suas frustrações pessoais e sexuais. Isso para não falar do Mickey de Hannah e suas Irmãs, que chega a tentar o suicídio, tudo para descobrir o sentido da vida e tentar achar algo novo que faça a vida (ou, quem sabe, a morte) valer a pena.
Não vale dizer se aqui em Meia-Noite em Paris Gil encontra uma solução para suas perguntas e para suas insatisfações. E, melhor, se ele encontra mesmo, como consegue. É preciso ir ao cinema, prestigiar esse que é um dos diretores mais reconhecidos do cinema americano e mundial hoje. Não dá mais para considerar Woody um diretor alternativo, feito apenas para um determinado público, que entende suas piadas ditas “intelectuais”. Match Point e Vicky Cristina Barcelona provaram o contrário.
Se há algum filme de Woody para espelhar com este, certamente é A Rosa Púrpura do Cairo, onde uma situação completamente surreal (de alguém sair de dentro da tela do cinema e vir pro mundo “real”) acontece. Então esperem por algo inesperado na vida de Gil em Paris, nosso Woody Allen loiro. O que dá para adiantar é que não é a participação de Carla Bruni a responsável por essa entrada nesse outro mundo paralelo, dos sonhos. A primeira-dama francesa faz apenas uma pequena ponta no longa. Engraçada, simpática, mas aparece muito pouco. Dica: a bela Marion Cotillard (de A Origem e Piaf) tem muito a ver com essa espécie de “teletransporte” do protagonista.
Não dá para falar muito do enredo de Meia-Noite em Paris sem cair em spoilers que não necessariamente vão estragar o filme, mas vão tirar boa parte da surpresa. Seria como contar um segredo de um truque de mágica antes de realizá-lo: o efeito é o mesmo, mas o impacto certamente é outro. E o filme é exatamente isso: uma performance de um ilusionista que te apresenta um universo surreal, impossível, te faz voltar no tempo. Mais do que isso: o mágico Woody Allen, antes de tudo, mostra a mágica do amor. Em uma cidade como Paris, não tem como dar errado.
Já diz o ditado que “você nunca foi beijado de verdade se nunca esteve em Paris”. Aliás, quanto está a passagem para a França mesmo?